50 anos do golpe de 1964: memória social de um passado presente

Gabriel Papa Ribeiro Esteves

Resumo


A história, a política e a cultura de cada sociedade são problemas em aberto e se entrelaçam, sendo o presente o lugar da história, o ponto de partida de sua realização, o lugar das problematizações. 50 anos após o golpe de Estado de 1964 a ditadura continua protagonizando, na sociedade brasileira, discussões importantes sobre as representações de sua memória. O espaço público da imprensa tem importante destaque na difusão desta pauta e no posicionamento opinativo e informativo do assunto. Identificar o modo como, em diferentes lugares e momentos, uma determinada realidade social é construída, pensada, dada a ler é um pressuposto para a compreensão de como determinados grupos têm forjado as representações do mundo social. Aqui realizamos a análise de conteúdo da cobertura dos jornais: O Estado de S. Paulo; O Globo e Folha de S. Paulo no contexto dos 50 anos do golpe militar brasileiro de 1964 para demonstrarmos como forjaram justificativas para o autoritarismo ditatorial que se abateu sobre o Brasil.


Palavras-chave


Memória; Ditadura; Imprensa

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DOI: https://doi.org/10.25061/2527-2675/ReBraM/2017.v20i2.448

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