Implicações do Velho e do Novo Paradigma em Ciência para a Educação

Flávio Roberto Chaddad

Resumo


Grande parte dos problemas da escola pública deriva de uma visão de ensino fragmentada, de metodologias obsoletas, de um currículo inflexível, de um professor transmissor de uma Ciência inquestionável e de um aluno depositário desse conteúdo. Todos esses aspectos são produtos da visão de mundo oriunda da Ciência clássica. Como contraponto a esse paradigma em educação, oriundo da Ciência clássica, se está construindo um outro. Este tem as suas bases fundamentadas, principalmente, na Teoria da Relatividade, na Teoria Quântica e Teoria das Estruturas Dissipativas e implica um processo educativo vivo, em que o aluno não se limita a ser apenas um receptor de conteúdos, mas constrói conhecimentos com seus pares e com o seu professor, que passa a ser facilitador de um conhecimento transitório. O objetivo deste estudo é analisar, através de uma revisão bibliográfica, as implicações do velho e do novo paradigma científico para a educação.

Palavras-chave


Velho Paradigma Científico; Novo Paradigma Científico; Educação.

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DOI: https://doi.org/10.25061/2527-2675/ReBraM/2010.v13i2.138

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