A Lupo em Araraquara: revivendo a memória, retecendo a história (1921 a 1980)

Angela Cristina Ribeiro Caires

Resumo


Este texto é uma singela homenagem aos trabalhadores e principalmente às trabalhadoras da fábrica de Meias Lupo, atual LUPO S/A. Constitui uma tentativa de resgatar a história da empresa, por meio da memória do grupo social que trabalhou e viveu em um tempo crucial da empresa:o período que se estende de 1921, quando a empresa é fundada por Henrique Lupo, até o final dos anos 1980, quando começam a ocorrer grandes mudanças tecnológicas. Como mulher e ex-trabalhadora da empresa, valho-me também de minhas memórias e mesclo-as com as memórias de outras mulheres guerreiras para recompor uma história que na verdade são histórias. Histórias de trabalho, de lutas pela sobrevivência, de experiências concretamente vividas e que dão sentido à existência. Histórias sonhadas, muitas vezes realizadas, que insistem em voltar à memória para reviver. E estas trabalhadoras, enquanto (re) lembram, mas uma vez trabalham.


Palavras-chave


Meias Lupo S/A. LUPO S/A. Memórias de Trabalhadoras. Vida e Trabalho.

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Referências


BRANDÃO, Inácio de Loyola; TELAROLLI, Rodolpho. Addio Bel Campanile: a saga dos Lupo. São Paulo: Global, 1998.

CAIRES, Ângela Cristina Ribeiro. Fios Tecidos: a malha da terceirização no setor têxtil em Araraquara. 380 f Tese (Doutorado em Sociologia). Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita

Filho” – Faculdade de Ciências e Letras – UNESP, Araraquara, 1999.

ROUANET, Sérgio Paulo. A Razão Nômade: Walter Benjamim e outros viajantes. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1993




DOI: https://doi.org/10.25061/2527-2675/ReBraM/2015.v18i1.337

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