A Educação Ambiental na Modalidade a Distância no Brasil e a Investigação de Políticas de Avaliação Qualitativa

Mario Marcos Lopes, Fernando Frachone Neves

Resumo


A Educação Ambiental e a Educação a Distância são dois campos que cada vez mais passam a se encontrar, constituindo novas redes culturais, ressignificando compreensões de mundo e contribuindo com práticas horizontais na construção de saberes. Nesse sentido, este trabalho objetiva discutir a relação entre Educação a Distância e Educação Ambiental, bem como refletir sobre a necessidade de mecanismos de avaliação qualitativa por setores dos órgãos federais competentes. Por meio da pesquisa, revisão bibliográfica e análise dos dados será possível buscar o aperfeiçoamento da pós-graduação lato sensu, para garantir benefícios à sociedade e ao próprio desenvolvimento educacional, científico e tecnológico.

Palavras-chave


Educação Ambiental; Educação a Distância; Avaliação.

Texto completo:

PDF

Referências


ABED, Associação Brasileira de Educação a Distância (Org.) Censo ead.br Relatório analítico da aprendizagema distância no Brasil. São Paulo : Pearson Education do Brasil, 2010.

ALMEIDA, M. E. B. T. M. P. de. Educação a Distancia no Brasil: diretrizes políticas, fundamentos e práticas. In: CONGRESO IBERO- AMERICANO DE INFORMÁTICA NA

EDUCAÇÃO, 6, 2002. Anais... Vigo, Espanha,

BARBIERI, J. C. A. Educação ambiental na legislação brasileira. In: BRASIL. Evolução histórica da legislação ambiental brasileira. Brasilia: Secretaria de Educação Fundamental, 1997.

BELLONI, M. L. Educação a Distância. 4.ed. Campinas: autores Associados.

BORDENAVE, J. E. D. Teleducação ou Educação a Distância: fundamentos e métodos. Petrópolis, RJ.: Vozes, 1987.

BRASIL. Evolução histórica da legislação ambiental brasileira. Brasilia: Secretaria de Educação Fundamental, 1997.

BRASIL.Ministério da Educação. Relatório da Comissão Assessora para Educação Superior a Distância. Brasília: Secretaria de Educação Superior, Ag. 2002. Disponívelem: http://portal.mec.gov.br/ sesu/arquivos/pdf/EAD.pdf. Acesso em: 05 mar.

BRASIL. Programa Nacional de Educação Ambiental – ProNEA. Brasilia: Ministério do Meio Ambiente. Diretoria de Educação Ambiental.

Ministério da Educação. Coordenação Geral de Educação, 2005.

CARVALHO, L. M. de; TOMAZELLO, M. G. C.;

OLIVEIRA, H. T. de. Pesquisa em educação ambiental: panorama da produção brasileira e alguns de seus dilemas, Cad. Cedes, Campinas, vol. 29, n. 77, p. 13-27, jan./abr. 2009.

CHAO, C. H. N.; PERNANBUCO, M. M. C. A. UNIVERSIDADE E EDUCAÇÃOAMBIENTAL. In: CABRAL Neto, A.; MACEDO Filho, F. D. de;

BATISTA, M. S. S. Educação Ambiental – caminhos traçados, debates políticos e práticas escolares. Brasília: Liber Livro, 2010, p. 93-116.

DIAS SOBRINHO, J. Avaliação da educação superior. Petrópolis: Vozes, 2000.

DIAS SOBRINHO, J. Avaliação: políticas educacionais e reformas da educação superior. São Paulo: Cortez, 2003.

DIAS SOBRINHO, J. Dilemas da educação superior no mundo globalizado: sociedade do conhecimento ou economia do conhecimento. São Paulo: Caso do Psicólogo, 2005.

DIAS SOBRINHO, J. Universidade e avaliação: entre a ética e o mercado. Florianópolis: Insular, 2002.

ENYNG, AM. Aavaliação como estratégia na construção da identidade institucional. Revista da Rede de Avaliação Institucional da Educação Superior (RAIES), Campinas, v.9, n.3, p. 32-50, set. 2004.

ENYNG, AM. Avaliação e identidade institucional: construindo uma cultura de antecipação. Diálogo Educacional, Curitiba, v.4, n.11, p. 33-42, jan./abr. 2004.

FREITAS, I. M. A. C.; SILVEIRA, A. Avaliação da educação superior. 18.ed. Florianópolis: Insular, 1997.

HEEMANN, A. Afinalidade da pós-graduação. In: Tecnologia, sociedade e meio ambiente. Curitiba: CEFET, p. 15-20, 2001. Publicação do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia.

INEP, Instituto Nacionalde Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Censo da Educação Superior 2010. Brasília: INEP; MEC, 2011.

MARÍN RODRIGUEZ, E. La investigación sobre Educación a Distancia en Elâmbito Iberoamaricano: SUS características, avances y retos. Revista Iberoamericana de Educación Superior a Distancia, Madrid, v. 6, n. 1, p. 7-26, oct. 1993.

MAZON, G.; LIMA, M. V. A.; SERRA, F. A. R.; SOARES, T. C. MCDA PARAAVALIAR O DESEMPENHO DE UM CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO. Revista pensamento contemporâneo em administração (UFF), v. 10, p. 1-17, 2010.

MEDIANO, C. M. Los sistemas de Educación Superior a Distancia. La practica tutorial en la UNED. Madrid: UNED, 1988.

MENA, M. Importancia de la investigaciónen el desarollo, impulso e innovación de la educación a distancia. Revista Iberoamericana de Educación Superior a Distancia, Madrid, v. 6, n. 1, p. 33-45, oct. 1993

MORALES, A. G. M. Aformação dos profissionais educadores ambientais e a universidade: trajetórias dos cursos de especialização no contexto brasileiro. Educar em Revista, Curitiba, n.34, pp. 185-199, 2009.

NÓVOA, A. Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1997.

PILATI, O. Especialização: falácia ou conhecimento aprofundado. Revista Brasileira de Pós-

graduação. Brasília, v. 3, n.5, p. 7-26, jun. 2006.

PRETI, O. Educação a distância: fundamentos e políticas. Cuiabá: EdUFMT, 2009.

RODRIGUES, R. S. Modelo de avaliação para cursos no ensino a distância: estrutura, aplicação e avaliação. 1998. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, 1998.

RUPEA, Rede Universitária de Programas de EA para Sociedades Sustentáveis (Coord.).

Mapeamento da educação ambiental em instituições brasileiras de educação superior: elementos para políticas públicas. Série Documentos Técnicos, nº 122. Brasília: Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental, 2007.

SATO, M. Educação ambiental a distância: o Projeto EDAMZAZ. In: PRETI, O. (Org.)

Educação a Distância: construindo significados. Cuiabá: NEAD/UFMT; Brasilia: Plano, 2000, p. 247-268.

SORRENTINO, M. et al. Educação ambiental como política pública. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 285-299, maio/ago. 2005.

SOUZA, A. M. (org.) Dimensões da avaliação institucional: Petrópolis: Vozes, 2005.

VIEIRA, P. R. Avaliação institucional e acadêmica: tendências nos Estados Unidos e no Brasil. In: MEYER JUNIOR, V.; MURPHY, J. P.

Dinossauros, gazelas & tigres: umdiálogo Brasil e EUA. Florianópolis: Insular, 2003.

WEBER, D. Governo desiste de fiscalizar os MBAs.

O Globo, Rio de Janeiro, 25 nov. 2007.

ZABALZA, M. A. O ensino universitário: seu cenário e seus protagonistas. Porto Alegre: Artmed, 2004.

ZAKRZEVSKI, S. DEFFACI; A. C.;

LOSEKANN, C. C. A pesquisa em educação ambientalnos programas de pós-graduação stricto sensu: umestudo nas universidades gaúchas.UNIrevista, v. 1, n. 2, ab., 2006.




DOI: https://doi.org/10.25061/2527-2675/ReBraM/2014.v17i1.8

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Revista Brasileira Multidisciplinar-ReBraM (e-ISSN: 2527-2675)

Rua Carlos Gomes, 1338, Centro / Araraquara-SP / Brasil / CEP 14801-340